Nos foi proposto pela disciplina Aplicativos Informatizados a criação ou seleção de vídeos para serem expostos na semana do Meio Ambiente.Com isso o meu grupo(Amanda, Ana Clara , Jaqueline e Victoria) optou por entrevistar as pessoas, abordando a seguinte pergunta - O que o meio ambiente significa para você?
Assim entrevistamos pessoas do próprio colégio, professores; fizemos reportagens até mesmo dentro de transportes públicos.
Com isso fomos capazes de observar as variações conceituais,diferentes definições.Até mesmo fazendo as pessoas refletirem sobre o assunto, pois muitas não tinham uma ideia ou opinião sobre o que seria Meio Ambiente. Neste método utilizado pelo grupo, tiramos ótimas experiencias como nas abordagens de entrevistas, discussões sobre o assunto.
Este trabalho muito envolvente, que venha mais trabalhos assim. \o/
terça-feira, 28 de maio de 2013
ONU quer acabar com mortalidade infantil por diarreia e pneumonia até 2035
Essas doenças são as principais causas de morte entre crianças com menos de cinco anos de idade. Em 2011, dois milhões de crianças morreram no mundo em consequência de alguma dessas condiçõe
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou nesta sexta-feira um plano cuja meta é reduzir significativamente, até 2025, as mortes por diarreia e pneumonia entre crianças com menos de cinco anos da idade no mundo — e eliminar esses óbitos completamente até 2035. Atualmente, essas doenças, embora sejam condições evitáveis e para as quais há cura, são as principais causas de mortalidade infantil no mundo. Juntas, elas são responsáveis por mais do que uma em cada quatro mortes (28,5%) na infância — em 2011, dois milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morreram em consequência de alguma dessas doenças.
As Nações Unidas acreditam que é possível erradicar a mortalidade infantil por diarreia e pneumonia com uma mobilização internacional e com maiores investimentos em medidas de prevenção e tratamento dessas doenças. Isso inclui, por exemplo, vacinações, suplementos de zinco (a deficiência em zinco é um dos fatores de risco para essas doenças) e incentivo à amamentação (o aleitamento materno insuficiente também pode contribuir com o surgimento das condições). Os investimentos necessários somariam cerca de seis bilhões de dólares. “Acreditamos as metas estabelecidas dentro do plano são viáveis e realmente atingíveis durante a próxima década”, disse Elizabeth Mason, diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Hoje, as mortes por diarreia ou pneumonia provocam a morte de 20 em 1.000 crianças nascidas vivas no mundo. O objetivo das Nações Unidas é diminuir essa prevalência para quatro em cada 1.000 crianças até 2025 – e eliminar totalmente essa mortalidade até 2035.
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Doenças infantis no mundo — No mesmo dia em que o plano da ONU foi anunciado, uma série de estudos sobre o tema foram publicados pela revista britânica The Lancet. Uma dessas pesquisas, feita por especialistas das universidades Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e de Edimburgo, na Grã-Bretanha, e da Fundação de Saúde Pública da Índia, forneceu novas estimativas globais de casos de diarreia e pneumonia entre crianças.
De acordo com o levantamento, a pneumonia provocou 1,3 milhão de mortes entre crianças com menos de cinco anos de idade em 2011, enquanto a diarreia infecciosa foi responsável por 700.000 óbitos entre pessoas dessa faixa-etária no mesmo ano. A maioria das mortes por essas doenças (81% dos óbitos por pneumonia e 71% por diarreia) ocorreram entre crianças de até dois anos. Segundo os autores do estudo, esse dado reforça a importância da prevenção dessas duas condições especialmente durante os dois primeiros anos da vida de uma criança.
A pesquisa também mostrou que casos mais graves de pneumonia e diarreia são mais prevalentes em países da Ásia e da África. Em 2011, apenas 15 países concentraram 75% de todos os casos dessas duas doenças que ocorreram no mundo. São eles Afeganistão, Angola, Burkina Faso, República Democrática do Congo, Etiópia, Índia, Indonésia, Quênia, Mali, Níger, Nigéria, Paquistão, Tanzânia e Uganda. Embora a incidência de pneumonia e diarreia esteja diminuindo em algumas dessas regiões, muitos países ainda apresentam um aumento do número de casos.
“A pneumonia e a diarreia estão ligadas à pobreza. Sabemos que crianças de países mais pobres correm um maior risco de morrer por essas doenças, embora elas sejam as menos prováveis de serem vacinadas adequadamente. A imunização é uma das melhores estratégias para beneficiar essas crianças”, disse Marilena Viviani, diretora do Fundo da Criança da ONU (Unicef, sigla em inglês).
Mutação faz baratas escaparem de armadilhas humanas
Algumas espécies sofreram uma mutação genética que provoca aversão ao açúcar, o que as ajuda a guardar distância de venenos

Imagem mostra cabeça de uma barata-germânica. Cada apêndice contém diversos pelos sensoriais, alguns dos quais têm função na gustação (Ayako Wada-Katsumata e Andrew Ernst / Divulgação)
As baratas são insetos, em sua maioria, urbanos e onívoros, facilmente atraídos pelo açúcar dos alimentos. Algumas espécies, no entanto, acabaram por desenvolver uma aversão à glicose — e, assim, conseguem escapar das armadilhas montadas para atraí-las e matá-las. Mas os mecanismos por trás dessa mutação não eram conhecidos pela ciência. Agora, um estudo publicado no periódico Science conseguiu determinar como o sistema sensorial do inseto se ajusta às mudanças ambientais, provocando a aversão ao doce.
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Changes in Taste Neurons Support the Emergence of an Adaptive
Behavior in Cockroaches
Onde foi divulgada: periódico Science
Quem fez: Ayako Wada-Katsumata e equipe
Instituição: Universidade da Carolina do Norte, EUA
Dados de amostragem: Baratas-germânicas
Resultado: A glicose desencadeia a atividade dos receptores responsáveis pelo sabor amargo. Assim, elas passam a evitar alimentos com açúcar — em uma adaptação comportamental para fugir de eventuais venenos e armadilhas.
A espécie de barata usada no estudo é a chamada barata-germânica (Blatella germanica), a mais comum em casas, apartamentos e restaurantes. Embora tenham asa, elas não voam e são comumente identificadas pelo seu tamanho pequeno e por duas linhas escuras que vão da parte de trás da cabeça até as asas.
Os pesquisadores descobriram que essas baratinhas têm aversão à glicose porque o açúcar desencadeia a atividade de receptores responsáveis pelo sabor amargo, em vez do doce. Com a informação do gosto considerado ruim, elas passam a evitar alimentos com glicose – ao contrário das baratas normais, que são atraídas pelo açúcar. Essa repulsa tem base genética e é passada de geração a geração.
"Não sabemos se a glicose, de fato, tem um gosto amargo para as baratas. Mas sabemos que ela ativa os receptores desse gosto, que seriam estimulados, por exemplo, pela cafeína", diz Coby Schal, professor de entomologia da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e coautor da pesquisa. "Por isso, elas fogem desses alimentos."
A aversão ao açúcar, entretanto, tem um custo às baratas. Na ausência do nutriente, elas crescem mais devagar. "Agora, queremos entender como essa característica persiste na natureza, onde a oferta de alimentos é, provavelmente, limitada", diz Jules Silverman, coautor do estudo. "As baratas precisam se adaptar a um abastecimento pouco confiável e variável de alimentos. A repulsa à glicose coloca uma restrição extra para elas."
CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Changes in Taste Neurons Support the Emergence of an Adaptive
Behavior in Cockroaches
Onde foi divulgada: periódico Science
Quem fez: Ayako Wada-Katsumata e equipe
Instituição: Universidade da Carolina do Norte, EUA
Dados de amostragem: Baratas-germânicas
Resultado: A glicose desencadeia a atividade dos receptores responsáveis pelo sabor amargo. Assim, elas passam a evitar alimentos com açúcar — em uma adaptação comportamental para fugir de eventuais venenos e armadilhas.
A espécie de barata usada no estudo é a chamada barata-germânica (Blatella germanica), a mais comum em casas, apartamentos e restaurantes. Embora tenham asa, elas não voam e são comumente identificadas pelo seu tamanho pequeno e por duas linhas escuras que vão da parte de trás da cabeça até as asas.
Os pesquisadores descobriram que essas baratinhas têm aversão à glicose porque o açúcar desencadeia a atividade de receptores responsáveis pelo sabor amargo, em vez do doce. Com a informação do gosto considerado ruim, elas passam a evitar alimentos com glicose – ao contrário das baratas normais, que são atraídas pelo açúcar. Essa repulsa tem base genética e é passada de geração a geração.
"Não sabemos se a glicose, de fato, tem um gosto amargo para as baratas. Mas sabemos que ela ativa os receptores desse gosto, que seriam estimulados, por exemplo, pela cafeína", diz Coby Schal, professor de entomologia da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e coautor da pesquisa. "Por isso, elas fogem desses alimentos."
A aversão ao açúcar, entretanto, tem um custo às baratas. Na ausência do nutriente, elas crescem mais devagar. "Agora, queremos entender como essa característica persiste na natureza, onde a oferta de alimentos é, provavelmente, limitada", diz Jules Silverman, coautor do estudo. "As baratas precisam se adaptar a um abastecimento pouco confiável e variável de alimentos. A repulsa à glicose coloca uma restrição extra para elas."
Pesticidas — Segundo Coby Schal, a "corrida armamentista" para o controle de pragas tem se focado, principalmente, no ganho de resistência das pragas. Esse estudo, no entanto, mostra uma corrida armamentista mais ampla, que inclui a resistência comportamental a certos tipos de alimentos — no caso, a glicose.
"Na maioria das vezes, alterações genéticas ou mutações causam a perda de função", diz Schal. "Nesse caso, no entanto, a mutação resultou em uma nova função: ativar receptores de sabor amargo quando a glicose é introduzida. Essa nova função dá às baratas um novo comportamento que é inacreditavelmente adaptável. Elas estão à nossa frente na corrida armamentista."
Ayako Wada-Katsumata, pesquisadora da Universidade da Carolina do Norte, realizou a maioria dos experimentos é a coordenadora do estudo. Ela agora investiga se as baratas podem aprender a associar a glicose a um cheiro específico — e, assim, usar sua memória para ignorar as armadilhas que contém açúcar.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Previa do Gourmet
Nessa semana tivemos a apresentação do Gourmet,comemos muito (risos) algumas apresentações trazia comidas típicas de determinadas regiões já outras eram receitas adaptadas com frutos típicos de determinado bioma ou ecossistema, tiveram pratos representando: Floresta Amazônica, Mata Atlântica,Cerrado,Caatinga,Mata dos Cocais, Pampas ,Mata das Araucárias e o Pantanal. E o grupo responsável pelo ecossistema Mata dos Cocais apresentou uma receita adaptada de Bolo casca de abacaxi
Essa foto foi tirada no dia em que fomos fazer a receita, dois grupos juntos em pleno domingão, altas risadas. Fanta Orgânico, Pão Orgânico, tudooo orgânico ....
Essa foto foi tirada no dia em que fomos fazer a receita, dois grupos juntos em pleno domingão, altas risadas. Fanta Orgânico, Pão Orgânico, tudooo orgânico ....

Todos na casa das gêmeas
Pantanal
Localização, características, fauna do pantanal, flora, atividades econômicas, clima,
animais em extinção, espécies vegetais e animais, pesca, peixes, turismo
Introdução
Um dos ecossistemas mais ricos do Brasil, o Pantanal, estende-se pelos territórios do Mato-Grosso (região sul), Mato-Grosso do Sul (noroeste), Paraguai (norte) e Bolívia (leste). Ao todo são aproximadamente 228 mil quilômetros quadrados. Em função de sua importância e diversidade ecológica, o Pantanal é considerado pela UNESCO como um Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.
Aspectos Geográficos
O Pantanal é formado por uma planície e está situado na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai. Recebe uma grande influência do Rio Paraguai e seus afluentes, que alagam a região formando extensas áreas alagadiças (pântanos) e favorecendo a existência de uma rica biodiversidade. A época de chuvas e cheias dos rios ocorre durante os meses de novembro a abril.
O clima do Pantanal é úmido (alto índice pluviométrico), quente no verão e seco e frio na época do inverno.
Fauna do Pantanal: vida animal
O ecossistema do Pantanal é muito diversificado, abrigando uma grande quantidade de animais, que vivem em perfeito equilíbrio ecológico. Podemos encontrar, principalmente, as seguintes espécies: jacarés, capivaras, peixes (dourado, pintado, curimbatá, pacu), ariranhas, onça-pintada, macaco-prego,veado-campeiro, lobo-guará, cervo-do-pantanal, tatu, bicho-preguiça, tamanduá, lagartos, cágados, jabutis, cobras (jibóia e sucuri) e pássaros (tucanos, jaburus, garças, papagaios, araras, emas, gaviões). Além destes citados, que são os mais conhecidos, vivem no Pantanal muitas outras espécies de animais.
Flora do Pantanal
Assim como ocorre com a vida animal, o Pantanal possui uma extensa variedade de árvores, plantas, ervas e outros tipos de vegetação. Nesta região, podemos encontrar espécies da Amazônia, do Cerrado e do Chaco Boliviano.
Nas planícies (região que alaga na época das cheias) encontramos uma vegetação de gramíneas. Nas regiões intermediárias, desenvolvem-se pequenos arbustos e vegetação rasteira. Já nas regiões mais altas, podemos encontrar árvores de grande porte.
As principais árvores do Pantanal são: aroeira, ipê, figueira, palmeira e angico.
Economia do Pantanal
Uma das principais atividades econômicas do Pantanal é a pecuária. Nas regiões de planícies, cobertas por formação vegetal de gramíneas (alimentação para o gado), estão estabelecidas diversas fazendas de gado. Há também a atividade da pesca, uma vez que é grande a quantidade de rios e de peixes na região pantaneira.
O turismo também tem se desenvolvido muito na região.Atraídos pelas belezas do Pantanal, turistas brasileiros e estrangeiros tem comparecido cada vez mais, gerando renda e empregos no Pantanal. A região é muito bem servida em hotéis, pousadas e outros serviços turísticos.
Curiosidades:
- Animais do Pantanal em risco de extinção: cervo-do-pantanal, tuiuiú e capivara.
- Você sabia que a maior planície inundável do mundo é o pantanal matogrossense?
Mata Atlântica
Características da Mata Atlântica, tipos de vegetação, regiões, árvores típicas, foto, biodiversidade, fauna
Introdução
A Mata Atlântica é uma formação vegetal que está presente em grande parte da região litorânea brasileira. Ocupa, atualmente, uma extensão de aproximadamente 100 mil quilômetros quadrados. É uma das mais importantes florestas tropicais do mundo, apresentando uma rica biodiversidade.
A Mata Atlântica encontra-se, infelizmente, em processo de extinção. Isto ocorre desde a chegada dos portugueses ao Brasil (1500), quando iniciou-se a extração do pau-brasil, importante árvore da Mata Atlântica. Atualmente, a especulação imobiliária, o corte ilegal de árvores e a poluição ambiental são os principais fatores responsáveis pela extinção desta mata.
As principais características da Mata Atlântica são:
- presença de árvores de médio e grande porte, formando uma floresta fechada e densa;
- rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais;
- as árvores de grande porte formam um microclima na mata, gerando sombra e umidade
- fauna rica com presença de diversas espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis.
- na região da Serra do Mar, forma-se na Mata Atlântica uma constante neblina.
Flora - Exemplos de vegetação da Mata Atlântica
- Palmeiras
- Bromélias, begônias, orquídeas, cipós e briófitas
- Pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá-rosa, cedro
- Tapiriria
- Andira
- Ananas
- Figueiras
Fauna - Exemplos de espécies animais da Mata Atlântica:
- Mico-leão-dourado (risco de extinção)
- Bugio (risco de extinção)
- Tamanduá bandeira (risco de extinção)
- Tatu-canastra (risco de extinção)
- Arara-azul-pequena (risco de extinção)
- Muriqui
- Anta
- Onça Pintada (risco de extinção)
- Jaguatirica
- Capivara
Curiosidades:
- Alguns povos indígenas ainda habitam a região da Mata Atlântica. Entre eles, podemos destacar: Kaiagang, Terena, Potiguara, Kadiweu, Pataxó, Wassu, Krenak, Guarani, Kaiowa e Tupiniquim.
- É comemorado em 27 de maio o Dia da Mata Atlântica.
- A Mata Atlântica é a segunda maior floresta brasileira, em extensão.
Mata dos Pinhais
Características da Mata dos Pinhais, tipos de vegetação, regiões, árvores típicas, foto, araucárias
Introdução
A Mata dos Pinhais, também conhecida como Mata das Araucárias, é uma floresta subtropical e pode ser encontrada na região Sul do Brasil (estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Esta formação florestal é típica de uma região de clima subtropical.
Características principais da Mata dos Pinhais:
- Os pinheiros predominam nesta área, principalmente as coníferas.
- O pinheiro típico e mais presente na Mata dos Pinhais é a araucária augustifolia.
- Trata-se de uma formação fechada e densa, com grande quantidade de árvores.
- As árvores são altas, possuindo, em média, de 20 a 30 metros de altura.
- As folhas dos pinheiros possuem o formato de agulha. A reprodução ocorre quando as sementes são levadas pelo vento.
- As coníferas possuem um formato triangular. Sendo que no topo são mais estreitas (pontudas) e na base mais largas.
Degradação da Mata dos Pinhais
Assim como outras formações florestais do Brasil, a Mata dos Pinhais encontra-se em processo de degradação. Nas últimas décadas sua extensão diminuiu significativamente. Este processo ocorre em função do corte ilegal de árvores, que são destinadas a produção de madeira (fabricação de móveis, papel e outros objetos) e resinas (fabricação de óleos, tintas, sabão, etc).
A abertura de novas áreas destinadas à agricultura e pecuária também tem contribuído para o desmatamento da Mata dos Pinhais.
Ambientalistas afirmam que, aproximadamente, 95% da mata nativa foi derrubada nas últimas décadas.
Curiosidades:
- Os pinheiros são muito utilizados na decoração natalina em diversas partes do mundo. É a árvore símbolo do Natal.
- Como localizam-se em regiões subtropicais, as coníferas possuem uma anatomia específica, adaptada as condições climáticas da região. Em formato de cone, não acumulam neve em seus galhos.
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